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Nota de esclarecimento

Diferentemente do que pode sugerir a matéria publicada pelo jornal O Estado de São Paulo do dia 17/04/2018 com o título “Escolas querem rever benefícios de professor” (vide trecho da reportagem abaixo), a Santi esclarece e reafirma que ao longo dos seus 49 anos sempre atuou no sentido da valorização da profissão e das condições de trabalho de todos os seus profissionais e continuará atuando desta forma. A manutenção das cláusulas do acordo coletivo de 2016/2017 para o ano de 2018, incluindo a antecipação do reajuste em março com aumento real de salário, foi comunicada à equipe no dia 03/04/2018 independentemente das conclusões da negociação entre Sieeesp, Sinpro e Saaesp.

Apesar do impasse ao qual chegaram os sindicatos, que acompanhamos com preocupação, mantemos relação próxima e frequente com nossos profissionais. O diálogo e o respeito prevalecem sobre eventuais diferenças de opinião e marcam positivamente a identidade da Santi. Temos reforçado em nossas conversas, e o fazemos novamente aqui, sobre a importância do professor e a nossa escolha de priorizar e oferecer sempre as melhores condições de trabalho possíveis.

Por fim, esclarecemos que temos atuado através da Associação Brasileira de Escolas Particulares, ABEPAR, instituição que reúne escolas privadas que prezam pela qualidade dos seus serviços educacionais, da qual fazemos parte, incentivando a retomada do diálogo e a busca de uma solução conciliadora das negociações (acesse a publicação da Associação Brasileira de Escolas Particulares – ABEPAR).

Abaixo trecho da matéria do Estadão do dia 17/04/2018 na qual a Santi é citada:

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